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Mais cuidado em 2006 !!!

A primeira vista parece que 2005 foi um ano tranqüilo para a segurança dos computadores porque ocorreu um número muito menor de violações graves no sistemas windows do que em 2004. De acordo com dados colhidos pela empresa de segurança Symantec, ocorreram 33 grandes ataques de vírus em 2004. Estes incidentes são classificados de acordo com o número de computadores que um vírus infecta ou com a gravidade dos danos que ele provoca. Em 2005, apenas seis incidentes do tipo foram registrados. Nós estamos falando de uma redução substancial, citou Kevin Hogan, gerente da Symantec. A redução está ocorrendo porque os produtores de vírus, de maneira geral, pararam de espalhar suas criações através de grandes quantidades de e-mails que tentavam infectar o maior número de pessoas possível por sua caixa postal eletrônica. Mas os problemas não acabaram. Dados da empresa anti-vírus finlandesa F-Secure indicam que ocorreram 50% menos surtos de vírus em 2005, mas o número de programas perniciosos aumentou, em média, em 40% nos últimos dois anos. Outra companhia do ramo, Sophos, disse que encontrou 1.940 novos programas perniciosos em novembro de 2005 - o maior aumento desde que começaram os registros. Indícios de variantes de vírus podem ser encontrados na lista dos 20 mais comuns em 2005, compilada pelo laboratório Kaspersky. O vírus MyTob ocupa nove lugares. Peritos em segurança atribuem esse aumento de variantes ao desejo de sobrecarregar as empresas anti-vírus. Com as defesas ocupadas, os hackers acreditam que terão mais tempo para que suas criações infectem mais computadores. Os hackers também desejam realimentar o fluxo de vírus que circulam na rede mundial de computadores na medida em que são encontradas soluções para combater versões anteriores desses programas perniciosos. Foi observada ainda uma mudança tática em favor de ataques mais específicos. Ao invés de tentar infectar todo mundo, vários criadores de vírus produzem variantes que atacam pequenos grupos de usuários de computador. Às vezes os grupos são de clientes de determinadas companhias - principalmente bancos - ou funcionários de uma única organização. Grupos menores são alvo porque vários dos emissários de vírus são criminosos que desejam obter lucros com os computadores que atacam. A Symantec informa que só havia evidências circunstanciais em 2004 de que criminosos estavam se envolvendo com vírus e e-mails indesejáveis. Mas neste ano ela tem evidências claras de que isto está sendo feito com objetivos financeiros. Criadores de vírus podem ganhar dinheiro ao " alugar " o controle de máquinas que eles dominam com e-mails indesejáveis, redes de anúncio de pop-ups, para organizar ataques na internet ou como hospedeiros de material ilegal. Não são apenas os criadores de vírus que estão tornando seus ataques mais específicos. Neste ano também vimos gangues na internet refinarem seus métodos para tentar tornar sua ação mais eficaz. Em agosto de 2005, por exemplo, clientes do banco Nordea, na Suécia, receberam um e-mail em seu idioma local que os convidava para uma visita a websites falsos, onde deveriam digitar seus códigos de segurança. Ao ser notificado do ataque, o banco fechou sua operação online e se certificou de que nenhum dinheiro tinha sido transferido ilegalmente. Outro ataque específico foi lançado contra participantes de jogos online, tais como Lineage, em uma tentativa de roubar as contas dos jogadores. Um grande número de criminosos que conheciam informática ganhou dinheiro atacando computadores de forma que as máquinas fossem bombardeadas com pop-ups de propaganda, ou que tiveram seu web browser seqüestrados de forma que levassem o usuário a sites que normalmente não seriam visitados ( vírus start page ). Por trás dessa tática estão os programas espiões. Eles podem penetrar nos computadores através de websites. A firma de segurança online, ScanSafe, que limpa o tráfico online para seus clientes, disse que a quantidade de programas espiões que bloqueou vem duplicando a cada mês desde que colocou em operação seu programa de monitoramento, em meados de 2005. Uma outra tendência, de acordo com especialistas, é que um número cada vez maior de hackers também estão tentando buscar pontos vulneráveis em programas anti-vírus, firewalls e outros produtos de proteção a PCs para acessar as máquinas dos usuários.

Fonte : BBC Londres



- Postado por: perdidú às 20h20
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On Board X Off Board

Você já chegou numa loja para comprar um micro novo ou algum artigo de informática e o vendedor lhe pergunta : você quer on board ou off board ? Você quer uma placa ASUS ou PCCHIPS ? E aí você não sabe como responder. Primeiro vamos ao que ele chama de placa off board. A placa a que ele se refere é a " placa mãe " do seu microcomputador, e você saberá o que é uma lendo um arquivo acima aqui mesmo no blog, lá tem essa explicação. Na placa mãe são colocados ou ligados todos os dispositivos do computador e entre eles as placas de expansão, como som, vídeo, rede, modem, etc. Portanto você conecta na placa mãe essas placas, elas vem de fora para o seu sistema, aí diz-se " off board ". As placas que já possuem nelas incorporadas ( embutidas ) essas placas de expansão são as chamadas " on board ", ou seja, estão incorporadas a sua placa, sem a necessidade de se colocá-las externamente a placa mãe. E o vendedor citou ASUS por ser a mais confiável fabricante de placas off board e PCCHIPS por ser a mais utilizada placa on board. Existem muitos colegas que defendem a utilização de uma ou de outra, quando se trata de equipamento de alto desempenho como os que trabalham com gráficos e servidores eu recomendo uma configuração off board pela rápida intervenção técnica e pela sua modalidade, e quando tivermos estações de trabalho e micros caseiros, recomendo as on board, porque elas respondem muito bem a nossas necessidades diárias e com custo menor. Apenas como curiosidade algumas placas tradicionalmente off board começam a trazer em seus circuitos algumas espansões on board como placa de som.

E quais as vantagens e desvantagens ?

OFF BOARD – maior versatilidade de up grade, custo maior, maior necessidade de ventilação, mais duráveis

ON BOARD – menor versatilidade de up grade, custo menor, menor necessidade de ventilação, menos duráveis



- Postado por: perdidú às 18h30
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HD x Memória

Muita gente confunde programas gravados no disco rígido com programas " carregados " na memória do computador. Eu acho que tudo fica mais fácil quando pegamos um exemplo prático, vamos a ele. Quando nosso computador foi instalado, foi colocado nele um sistema operacional ( por exemplo o windows, que opera em cerca de 85 % das cpus ), todo o hardware ( placa de som, placa de rede, etc ) e alguns programas que usamos normalmente em nossas tarefas no microcomputador. Todos esses programas foram gravados em nosso disco rígido, está lá aguardando um duplo clique no ícone do programa ou outro comando para executá-lo. Gravado em nosso disco rígido... Mesmo que você não esteja usando, ele está lá ocupando um espaço no hd. Quer saber em que pasta ? Execute seu windows explorer e tecle F3 e mande procurar WORD.EXE, lá está ele ! Quando acionamos o duplo clique no ícone do WORD, ele é lido pelo computador direto do hd e carregado na memória ( RAM ). Portanto, ele está sendo executado em sua máquina ( como eu estou fazendo agora ) e você irá utilizá-lo para fazer uma carta, uma coisa qualquer. Na sua barra de tarefas estará aparecendo um bloco informando que ele está em uso. Viu a diferença ? Programas gravados no hd estão lá a sua disposição para seu uso, programas na memória estão em execução naquele momento. São os mesmos programas, mas alocados em locais diferentes. Quando desligamos nosso micro os programas que estão carregados na memória são apagados ( para utilizá-los novamente, teremos de carregá-los de novo ) e os que estão gravados no hd não. Estarão lá para serem acionados quando quisermos.



- Postado por: perdidú às 22h40
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Placa Mãe

Se você já teve a oportunidade de ver o seu ou um outro computador por dentro, notou que existe uma placa maior, onde tudo que está dentro da cpu está ligado nela, de alguma forma. Esta é a famosa placa mãe do microcomputador. Fácil entender então porque " placa mãe ", dela parte todo o sistema de hardware de nosso micro. A função da placa mãe é criar meios para que o microcomputador possa comunicar todos os seus periféricos com a maior velocidade e confiabilidade possíveis. As possibilidades de upgrade, a própria performance do equipamento, são determinados pela placa mãe. Independentemente de seu formato ou modelo, encontramos basicamente sempre os mesmos componentes numa placa mãe. Temos os slots para o encaixe de placas, soquetes para o encaixe de módulos de memória e também do processador, portas seriais e paralelas, controladora de drives de disquetes, controladora de acesso ao HD e ao CD ( portas IDE ), conectores para o teclado e fonte de alimentação, portas USB, e é claro, o BIOS. BIOS significa " Basic Input Output System ", ou, em português, " sistema básico de entrada e saída ". O BIOS está intimamente ligada ao hardware, e é encarregado de reconhecer os componentes instalados no micro, dar o boot, e prover informações básicas para o funcionamento da cpu. O BIOS é gravado em um pequeno chip instalado na placa mãe. Cada modelo de BIOS é personalizado para um modelo específico de cada placa, não funcionando em nenhum outro. Assim como o cartão de crédito e a escova de dentes, o BIOS é " pessoal e intransferível " em cada modelo de placa. Muitos dos recursos do BIOS podem ser configurados. Para facilitar esta tarefa, utilizamos mais um pequeno programa, chamado setup. Para entrar no setup, basta pressionar a tecla DEL durante a contagem de memória. Quando inicializamos o sistema, o BIOS conta a memória disponível, identifica dispositivos plug and play instalados no micro e realiza uma checagem geral dos componentes instalados. Este procedimento é chamado de POST ( Power-on Self Test ) e se destina a verificar se existe algo de errado com algum componente logo ao ligar a cpu, além de verificar se foi instalado algum dispositivo novo. Somente após o POST, o BIOS entrega o controle do micro ao sistema operacional. Somente nessa hora podemos interagir nós mesmos com nossa placa mãe, acertando algumas coisas diretamente nela através da BIOS, entre essas coisas, hora, data, tamanho de nosso HD, etc.



- Postado por: perdidú às 22h26
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*Esse layout é uma criação exclusiva de Bruno Maximus*